quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Leitura junto com teatro


                                                        Por Ana Luiza Daoud

Eu nunca gostei muito de ler livros grandes, nunca me prendi muito em uma história de amor ou de terror. Mas quando eu era pequena, tive uma experiência de leitura que me marcou muito. Ganhei o livro "Pequeno Príncipe" e me apaixonei pelo começo da história, queria ler até chegar no final e descobrir tudo que iria acontecer. Me encantei tanto pelo livro, que minha mãe me levou à peça que adaptava o livro junto com as minhas amigas, e para mim tudo aquilo com cenário e personagens, parecia mágico, eu me sentia dentro da história e revivendo todas as cenas que eu mais tinha gostado. No final da peça ganhei um autógrafo da Luana Piovani que interpretava o príncipe, e fiquei super animada e contente. Essa foi a minha experiência de leitura mais marcante até agora. 















Leitura no supermercado

   


Arthur Rigolon Lança

 Por Arthur Rigolon Lança

     
Quando criança, por volta dos meus 8 ou 9 anos, época em que havia acabado de aprender a ler e a escrever, lembro-me que não me interessava muito por livros, embora tivesse uma grande facilidade para leitura.
     Meu primeiro contato e provavelmente mais intenso com a literatura, foi quando meus pais me apresentaram os gibis da Turma da Mônica, de Maurício de Sousa e logo me interessei pela história, pelos personagens e pelo humor dos quadrinhos. 
     Existem episódios que eu não esqueço em relação aos gibis: sempre que eu ia ao supermercado com meus pais, eles me compravam um gibi, mas o engraçado é que, como os gibis ficavam nos caixas, só na hora de passar as compras que eu escolhia os gibis, os abria e começava a lê-los na fila do caixa e quase sempre acabava de ler antes de pagar, o que deixava minha mãe irritada, pois teria que pagar o gibi à toa, já que eu não o leira mais.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O início de uma nova experiência

Por Beatriz Vegas


       Um fato que marcou minha vida foi quando minha madrinha me deu um livro chamado “O pequeno príncipe”, um clássico de Antoine Saint Exupéry, mas, como eu era pequena, não tinha interesse em ler, pois só lia gibis e livros pequenos. Minha mãe sempre pegava no meu pé para ler, mas nunca tinha vontade.
           Até que um dia, de tanto minha mãe pegar no pé, eu dei uma folheada no livro e comecei a gostar da leitura. Cada página que eu lia, achava o livro mais interessante e não queria parar. Tanto é que, quando o livro acabou, eu pedi para minha mãe comprar outros, e foi assim que começou meu gosto pela leitura. Hoje, meu irmão ama ler, ele tem apenas 10 anos e seu primeiro livro também foi O pequeno príncipe.







Primeiro livro decorado




por Bruno Hideki
Primeiro livro decorado

Minha experiência de leitura começou pelos livros de história em quadrinhos, com o incentivo dos meus pais e principalmente do meu irmão que é mais velho e sempre contava as histórias para mim. Achava divertido porque era uma das formas mais fácil de conseguir dormir. Até hoje tenho uma coleção de gibis na minha casa, que com certeza foram muito úteis para meu aprendizado da leitura. O gibi que eu mais gostava de ler era da turma da mônica, sempre ficava ansioso para ler a história da ultima página.

Um fato que marcou muito minha vida foi quando ganhei um gibi de uma cliente da loja da minha mãe, fiquei muito feliz e foi a primeira história em quadrinhos que consegui decorar. Tenho esse gibi até hoje comigo e sempre que vejo a cliente, agradeço pelo presente.



Minha primeira vez



por Gabriel Balestiero



Minha primeira vez

Eu lembro até hoje do dia em que li o meu primeiro livro. Eu e meus pais fomos ao shopping e entramos em uma livraria e eu vi um livro do procurando nemo, era bem pequeno, mas estava bom para o começo, ao chegar em casa já fui para o quarto para le-lo, não demorei muito e foi bom para o primeiro livro. Fiquei muito feliz de ler aquele livro mesmo sendo pequeno e até hoje esse livro é muito importante para mim esse fato me marcou muito pois foi o primeiro livro que eu li na minha vida e fiquei muito feliz.


Decoreba infantil

            

Por Gabriela Peres
              
              A minha família sempre apoiou e me incentivou na leitura, mas de todos eles, a minha mãe e a minha madrinha sempre tiveram um papel mais marcante nessa jornada. Minha madrinha comprava livrinhos infantis e minha mãe me ajudava a lê-los.
            Tenho uma experiência que me marcou muito e que lembro até hoje. Quando tinha 2 anos, eu amava um livrinho infantil e pedia para a minha mãe lê-lo para mim o tempo todo, acompanhando a leitura com o dedo. Após ouvir e vê-la lendo, eu decorei a história e a posição das palavras e passei a “ler” a historinha corretamente, quando, na verdade, eu não sabia ler, mas tinha decorado o livro inteiro.

            Até hoje sou apaixonada por leitura e pra mim é um prazer e um hobby.





Mergulhando no universo da história

Minha primeira experiência com leitura infelizmente começou um pouco tarde, no ano de 2010, ano em que eu estava com 13 anos de idade e cursava a 7ªsérie do ensino fundamental (atualmente 8ºano). A professora de produção de texto na ocasião apresentou uma proposta de atividade cuja leitura e interpretação de um livro eram os pontos fundamentais para a realização de meu posicionamento conclusivo em relação ao assunto abordado. Num primeiro momento acabei pegando na biblioteca do colégio um livro de romance, o que com o passar das primeiras páginas acabou não despertando em nenhum momento o meu interesse para realizar a atividade. A professora então me apresentou outro livro, chamado “A ilha perdida”, que conta a história de jovens que acabam se perdendo numa ilha e não acham o caminho de volta para casa. Logo nos primeiros acontecimentos houve uma certa identificação com a história, e o suspense que cada vez era maior acabou transformando a curiosidade de ler em uma real necessidade. Isso foi sem dúvida o fator que me fez olhar os livros de uma forma diferente.




terça-feira, 3 de setembro de 2013

De um game, um ganho

De um game, um ganho



                                          por:  Júlio Funck

Minha experiência de leitura é um pouco diferente do normal, pois não se baseiam em livros. Para mim um dos maiores prazeres da vida é jogar e desvendar ao decorrer dos jogos a história, os mistérios, os segredos, etc.
Meu relato de experiência de leitura começou no ano passado, quando conheci o jogo online "League of legends". Esse jogo traz uma liga entre campeões que tem alguma habilidade de valor para que lutem em busca da paz. O jogo é distribuído em mais de 110 personagens que possuem uma história e objetivo para estar dentro da liga. Se jogar já é gratificante, ler as histórias de cada personagem, se identificar com seu favorito e depois jogá-lo é mais prazeroso ainda. Para mim, ler aquelas histórias e navegar dentro delas tem um impacto tão grande que a partir daí se tornou minha rotina conhecer a cada dia a história de um novo personagem, e então jogar com ele.
Também foi a partir do jogo que decidi minha profissão: Design de Games, uma área que cresce cada vez mais.O jogo e suas histórias foram a experiência de leitura que me trouxeram decisões importantes para o meu futuro, e por isso guardarei de um "game" algo de grande valor por toda minha vida.







                                          trailer do jogo

Incentivo dos quadrinhos



Por Letícia Papaseit


       Minha primeira experiência de leitura foi com os famosos gibis da Turma da Mônica. Quando criança eu adorava o coelho da Mônica, Cebolinha entre outros personagens. Por consequência, como estava na faixa de alfabetização, meus pais compraram vários gibis e eles tinham o costume de ler para mim nos finais de semana e antes de dormir. Com o incentivo deles, eu sempre quis entender aquelas letrinhas que eles tanto liam para mim e quando finalmente eu me alfabetizei, eu simplesmente me encantei em ler gibis, livros infantis, charge dos jornais, enfim, qualquer coisa que me chegasse as mãos.  As vezes eu me empolgava tanto com essa leitura que eu lia em voz e começava a interpretar junto com meu irmão, e nos trechos que a Mônica se irritava com o Cebolinha e batia com o seu coelho nele, eu imitava, batia no meu irmão e acabávamos brigando de verdade.





                  








Capitães da Leitura


                                                              Por Lucas Celandroni

       De leituras boas, que me agradavam, já tive muitas. A história do Sr. Kupstas que se tornava o incrível herói "Capitão Cueca" foi uma das primeiras. Era bem engraçado, ótimo para descontração, mas apesar disso não me marcou, contanto que hoje nem me lembro muito bem de seu enredo. O tempo ia se passando e cada vez mais ia me distanciando dos livros, lendo sem prazer um monte de palavras (que para mim não tinham nexo nenhum) só para fazer a famosa "prova do livro" exigida pelos professores.
        Até que chegou o dia que, em tese, o que tinha cara de ser uma experiência traumática, se tornou a melhor experiência de leitura de todas. O livro era Capitães de areia, do grande Jorge Amado. Meio assustador um livro obrigatório de vestibular para um aluno do oitavo ano... um vocabulário arrojado, denso e complicado para os meus costumes com leitura. Mas, ao desenrolar da trama, aquelas frases iam me encantando. Imaginava-me com a liderança de Pedro Bala, a ginga de Gato, a bravura de Dora, a inteligência de Professor e muitas outras características daquelas crianças que incrivelmente, tinham extrema organização para sobreviverem sozinhas no mundo.
        Até chegaram a lançar um filme sobre a obra, o qual também tive o imenso prazer de apreciar, mas nada que supere as palavras encantadoras do livro... Hoje, ainda alguns livros não me despertam prazer nenhum... mas com certeza, Capitães da Areia me abriu portas, nas quais eu encontrei muitos outros livros bons. Nunca me esquecerei desse romance de Jorge Amado, esse realmente me marcou.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Analise sobre a leitura em minha vida


Análise sobre a leitura em minha vida



       Em uma aula de redação, o professor pediu para fazer uma redação sobre uma experiência que eu e os outros alunos tivemos com algum livro. Aparentemente fácil, não para mim.
       Já li vários livros, mas nenhum me causou nenhuma emoção, lógico que quando estou lendo entro no livro, é a proposta de um livro fazer o leitor imaginar o que está acontecendo, porém, isso só acontece naquele momento em que estou lendo.
       Pensar sobre isso fez eu me perguntar o porquê de não ter sentimento algum em relação à leitura. A minha própria resposta dessa análise foi que eu sou uma pessoa que age com indiferença sobre 90% das coisas que eu faço e que acontece comigo. Para mim, se acontecer, aconteceu se não aconteceu, não tem problema. O passado eu não posso mudar e ficar reclamando sobre ele não vai ajudar em nada.


por Lucas Costa

~Leitura,O Indispensável ~




por Raizza Olivia 






Nina e Ayu,personagens do mangá Ultra Maniac.

Uma nova visão

Por Stephanie Nardi

A primeira vez que peguei um livro por minha conta foi aos 12 anos, foi Harry Potter. A história era tão comovente que eu ia até comer com o livro na mão. Cada personagem, cada lugar, cada fato, e o modo como tudo foi conciliado eram incríveis. Isso me surpreendeu de um jeito indescritível! Eu ficava pensando: como a autora conseguiu pensar em tanta coisa e tantos detalhes que se encaixassem? Aquilo para mim foi algo muito marcante e ainda é. Cheguei a ler toda a saga, e mais que isso, eu me apaixonei pela leitura. Comecei a ver tudo de um modo diferente. Quando leio, entro na história, como se eu estivesse dentro dela, e essa sensação é fantástica. Não consigo entender como tem gente que não se apega à leitura.

domingo, 1 de setembro de 2013

Primeiro contato com a leitura

Por Beatriz Romano


Minha primeira leitura marcante foi a dos gibis, das histórias em quadrinho. Quando aprendi a ler, as histórias da "Turma da Mônica" eram as que mais me interessavam; a cada saída da escola, nos finais de tarde, era uma ida à banca de jornal. O prazer e a felicidade que eu sentia em poder escolher todos os dias um novo gibi era enorme; se eu não comprasse um todo dia eu me sentia incompleta. A leitura, então, se tornou um hábito e um hobbie para mim, e continua assim até os dias de hoje: cada vez fico com mais vontades de conhecer e me aventurar em outras histórias.

Um tatu em minha vida

Por Mariana Leoni

Desde pequena eu sempre fui influenciada a ler. Meus pais e minha irmã sempre tiveram um papel importante na minha formação literária. 
Imagem divulgação
Os livros que mais marcaram minha infância foram os livros da coleção Lelé da Cuca, da editora Atica. Eram livros pequenos e muito coloridos, com desenhos de traços simples, quase infantis. As histórias eram contadas por meio de rimas e contavam a trajetória de vida dos personagens centrais. Entre os livros da coleção, o meu favorito era o do tatu, que adorava música e que passava por diversas situações até descobrir que ele mesmo era capaz de fazer diversos sons e se tornar musico de uma banda. 
Apesar de não ser muito complexo, esse livro, que eu ganhei antes de ser alfabetizada, me estimulou muito a aprender a ler, pois mesmo já sabendo a história de cor, eu queria sempre ouvi-la de novo e percebi, em algum momento, que se eu aprendesse a ler eu teria acesso infinito a essa historia e muitas outras.





Quinze Leitores / Fifteen Readers - About us



   Quinze jovens, quinze corpos e mentes em formação, quinze pessoas tentando achar sua própria identidade. Que papel a leitura tem nesse contexto? A leitura nos mostra e continuará mostrando os caminhos que podemos seguir e suas consequências. Nos traz informação, cultura, valores e, o mais importante de tudo, nos mostra diferentes aspectos sobre um mesmo assunto, para que assim, nós tenhamos bagagem de conhecimento suficiente para formarmos o nosso próprio ponto de vista.
    
    Nós somos o futuro, e para que esse futuro não cometa os mesmos erros dos nossos pais, temos que ter uma boa base intelectual, que só a leitura e o interesse por ela pode nos proporcionar. Essa nossa jornada está só começando e queremos por meio desse blog, poder compartilhar com o mundo como está sendo essa nossa experiência. Esperamos que dentre as nossas 15 faces, muitas lhe agradem.

     


     
     Fifteen young, fifteen bodies and minds in training, fifteen people trying to find their own identity. What participation has the reading in this context? The reading shows us and will continue showing the ways we can go on our lives, and its the following consequences. Brings us information, culture, values ​​and, most importantly, shows us different aspects of the same subject, so that we have enough knowledge to form our own point of view.

      We are the future, and for this future does not make the same mistakes of our parents, we have to have a good intellectual base, wich only reading can provide us this. That our journey is just beginning and we want through this blog, to share with the world our experiences. We hope that among our 15 faces of reading, you like many of them.